terça-feira, 25 de março de 2008

OT #8 - Fórmula 1 2008

Na última edição do Overtime, a equipe fala sobre economia, NBA e Fórmula 1.

O programa estréia o novo formato de 20 minutos. Ouça direto do blog, ou acesse www.overtime.podomatic.com


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quarta-feira, 12 de março de 2008

Frank Caliendo

Uma série de imitações impagáveis do comediante, no pré-show do Superbowl. Charles Barkley, John Madden, Al Pacino, Bill Walton, George Bush, e a preferida do Blog: o locutor da TNT, Marv Albert, narrando a performance de um piloto da Força Aérea. Aqui está o vídeo.

Enquete: resultado final

Com 42% dos votos, os leitores concordaram com este blogueiro: o Braseirão por pontos é mais interessante, uma vez que mantém a maioria dos clubes envolvida até o final do campeonato.

Para 21%, o modelo é melhor por tratar-se da fórmula mais justa.

Outros 21% julgam imprescindível a Final. Entendo a posição deste grupo (normalmente maior que 21%), embora acredite que um campeonato por pontos corridos compreenda várias finais ao longo da disputa.

A ânsia por uma Final deveria ser resolvida por uma Copa do Brasil forte, da qual participassem todos os Grandes. Infelizmente não é assim e a CBF já planeja a volta do formulismo no Brasileirão.

O Blog torce, ao menos, para que a CBF dê mais duas ou três chances de o brasileiro acostumar-se com o formato atual.

Há os que temem uma seqüência de 20 títulos do São Paulo, a permanecer este regulamento. Não apostaria nisto, mas, sim, num campeonato cada vez mais equilibrado.

OT # 7

A sétima edição foi publicada no dia 10 de fevereiro, na página oficial. Agora, no Blog:


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Ainda sobre o Superbowl 42

O Blog volta da recessão com algumas postagens prometidas. Esta é a primeira.

Depois de ver este lance, houve quem achasse que o Manning por baixo do capacete era Peyton (jogador mais valioso do SB anterior e notadamente o mais talentoso dos irmãos); a jogada é de cinema - não se sabe qual o milagre maior na jogada, a escapada de Eli ou a recepção de David Tyree. Fosse uma cena de filme, todos diriam que o diretor "forçou a barra". Eli pode ser o menos talentoso, mas provou ser o mais valente. Peyton custou a superar a pressão até se tornar um jogar de decisões. Eli é um nato. Faltando 35 segundos, o passe ensaiado com Plaxico Burress momentos antes da final, é repetido com perfeição. E Ellis Hobbs, que havia feito uma importante interceptação na campanha anterior (primeira interceptação sofrida por Manning na pós-temporada), leva um desconcertante drible de corpo. Para quem não viu, aqui está a jogada. 17 a 14, Giants Campeão.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

o Fenômeno Richarlyson

Richarlyson é o novo fenômeno do futebol mundial, senhores. Ele parece estar em todos os lugares do campo, se movimenta como ninguém, rápido, excelente impulsão, um atleta incansável. E, talvez por ser visto muitas vezes no jogo, é confundido com um bom jogador.

É como aquela música que está nas Sete Melhores da Jovem Pan, você ouve três vezes por dia, durante uma ou duas semanas e acaba achando que gosta. Pois com o jogador são-paulino ocorre fenômeno semelhante: você ouve o narrador falar tantas vezes o nome Richarlyson e acaba se acostumando com a idéia de que este fez ótima partida, sem importar-se com o desfecho das jogadas.

Pois não deixe a narração do jogo seduzi-lo, torcedor!

No amistoso da Seleção, na última quarta-feira, não foi diferente. O lateral-esquerdo apareceu muitas vezes na partida, pediu bolas e recebeu-as, fazendo com que você acreditasse ter sido uma boa estréia.

Não foi. Preste atenção no desenrolar das jogadas. Muitos passes errados - e não estamos falando de lançamentos longos como os que Dunga não errava em 94 (ainda que façam você, torcedor, acreditar que o Capita vivia de passes laterais).

E esta tem sido a realidade de Richarlyson em seu clube, muitos passes errados e extrema dificuldade na marcação do jogador que parte com a bola dominada.

Não me entenda mal, Richarlyson é um jogador útil para um clube, em especial para campeonatos longos e de nível baixo, como é o Brasileirão; realmente se movimenta muito bem, tem ótima impulsão - importante na bola aérea de defesa. Mas é só.

Mano Menezes que o diga. Alguém lembra da vitória do Grêmio sobre o São Paulo na Libertadores de 2007? Deixou o jogador livre na lateral-esquerda, para que devolvesse gentilmente a bola à defesa gremista em forma de cruzamentos errados. No ataque, Mano jogou nas costas de Richarlyson a partida inteira, e as boas jogadas do Tricolor do Sul aconteceram, em sua maioria, na ponta direita. Tirem suas conclusões.

Um pouco mais longe, final da Libertadores de 2006. Richarlyson de volante, opção de alto risco do técnico Muricy Ramalho, e mais uma atuação desastrosa.

O camisa 20 do Tricolor do Morumbi pode ser importante para a equipe no campeonato de tiro longo, mas é uma escalação temerária em jogos de mata-mata (Recopa Sul-Americana de 2006: muito nervoso, comprometeu mais uma vez na Bombonera) e é, muito menos, um selecionável.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

O eclético torcedor de futebol

Alguém já ouviu a massa rubro-negra tentando entoar o "Tema da Vitória"? É louvável que as torcidas cariocas estejam reduzindo a cota de palavrões para 90%, mas, convenhamos, a melodia é um tanto complexa para ser cantada em uníssono pela massa.

E os compositores rubro-negros não pararam por aí, provando seu ecletismo: ouviu-se, no último jogo do Fla, a galera cantando um clássico dance da década de 90, cujo nome não me recordo.

Qual será a próxima? Bach, quem sabe...

Cabe dizer que, em compensação, o time do Flamengo tem grandes chances de apresentar um futebol afinado no ano de 2008.