domingo, 15 de junho de 2008

Tiger Woods não é o campeão do U.S. Open... ainda

Hoje a situação de Woods não melhorou muito. Voltou a sentir o joelho, e voltou a não acertar as tacadas longas. Chegou no último buraco com uma tacada atrás do primeiro colocado - o compatriota Rocco Mediate -, que manteve a regularidade mostrada durante a semana. No buraco 18, Tiger precisava embocar em 4 tacadas, para empatar, num buraco em que o normal é embocar com 5 tacadas. No primeiro tiro, a bola foi direto para a banca de areia; da areia, ele jogou direto para a grama alta, dando indícios de que o jogador é humano. A torcida poderia deixar o campo Torrey Pines, em San Diego. Poderia, não fosse Tiger Woods quem estivesse no campo. A jogada de aproximação do buraco foi mais um dos milagres do americano, deixou a bola relativamente próxima da bandeira. O resto não é difícil presumir.

Rocco Mediate já acabara sua volta e assistiu pela TV o concorrente empatar na última tacada. Eu sabia que ele iria acertar, eu sabia, declarou Mediate.

Os dois jogadores voltam ao campo amanhã, a partir das 13h (Brasília), para jogar o desempate no buraco 18. Persistindo o empate, eles partem para o 17, e assim por diante, até o primeiro jogador conseguir chegar ao buraco com menos tacadas.

A ESPN transmite o playoff. Quem puder, assita a História sendo escrita.

Nem mesmo a lesão vence Tiger

Voltando de uma cirurgia no joelho, fora da Turnê dos Golfistas Profissionais há mais de um mês, e sentindo muitas dores. E o primeiro torneio depois da longa parada é justamente um dos mais difíceis do golfe profissional. Começou na quinta-feira o U.S. Open, segundo Major do ano (Majorssão os quatro torneios mais importantes do PGA Tour). E, desde quinta, Tiger não tem acertado as tacadas longas. Resultado: Woods lidera o Aberto dos EUA com uma tacada de vantagem.

O melhor de todos os tempos esteve atrás do também americano Rocco Mediate durante toda a volta deste sábado. Mas nos dois últimos buracos fez dos seus milagres. No dezessete, embocou de "chuá" uma bola que estava na grama alta. E no dezoito fez um eagle (embocou com duas tacadas a menos que o normal do buraco), num putt longo e caindo bastante para a esquerda, fazendo a comedida torcida de golfe vibrar como se fosse um gol. Woods é conhecido por sempre embocar uma bola difícil nos buracos dezoito dos campos.

Com estas tacadas, Woods sai no último grupo do domingo com uma tacada de vantagem sobre o segundo colocado - o inglês Lee Westwood. Se vencer (nunca perdeu uma competição desta grandeza começando a última volta em primeiro), Tiger Woods ultrapassa Ben Hogan em número de vitórias no PGA Tour - vai a 65, e fica atrás apenas de Jack Nicklaus (73), e Sam Snead (82); será o décimo quarto major da coleção (quatro a menos que o recordista Jack Nicklaus).

Só dores muito fortes tiram o caneco do Tigre neste domingo. A ESPN transmite a volta a partir das 16h. Não dá pra perder a História sendo escrita...

SHOW DA TORCIDA DO LIVERPOOL

Mais de 40 mil torcedores superlotaram o estádio Anfield, em Liverpool, na tarde de 18 de abril de 1964. O time do Liverpool recebia o Arsenal, e, se ganhasse, o time da casa seria campeão da Liga Inglesa com três rodadas de antecedência. A torcida assistiu de pé àquela que se tornou a maior goleada sobre o Arsenal na História: 5 x 0.

Apesar da sonora goleada, o espetáculo maior foi dado fora de campo. Confira o show da torcida inglesa, que cantou She Loves You - estávamos no auge da beatlemania -, além de mostrar que avalancheé coisa antiga no futebol mundial.

Com a vitória, os Reds ganharam o sexto dos 18 títulos que colecionam da Premier League (é o maior campeão da Liga).


(colaboração de Frederico Lagemann)

sábado, 14 de junho de 2008

OT recebe convidadas especiais

Nesta edição, destaque para as participações da chef de cuisine Sabrina Rossi e da especialista em marketing esportivo Tatiana Rios. Entre os assuntos, as lambanças no GP do Canadá, Eurocopa, Seleção Brasileira, e a jogada de marketing do Flamengo.

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domingo, 8 de junho de 2008

OVERTIME 10 - MUTANTES

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quinta-feira, 29 de maio de 2008

OVERTIME 09 - MONCHO

No ar a nona edição do podcast. GP de Mônaco, Uefa Champions League, NBA e seleção brasileira de basquete são os assuntos do OT desta semana.

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sábado, 17 de maio de 2008

Texto retirado da coluna do Mauro Beting. Seu título é "Entrevista coletiva do técnico derrotado no clássico".

Genial:

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Enquanto isso, no vestiário do time derrotado...

- Professor! Aqui, no fundo... Rádio Difusora de Presidente Timóteo! Por gentileza: o senhor acredita que a derrota por 6 a 1 se deveu à marcação que não encaixou? Faltou mais pegada e determinação para os seus comandados, apesar do excelente trabalho durante a semana?

- Veja bem... Não gosto de falar de arbitragem. Não costumo reclamar dos árbitros. Mas que eles realmente prejudicam o espetáculo, são incompetentes, amadores - para não dizer mal-intencionados e venais! -, isso eles são. Mas, como eu disse, não costumo reclamar desses safados do apito. Embora, hoje, na minha avaliação, os seis gols do adversário foram irregulares. E pelo menos quatro pênaltis ele deixou de marcar para nós.

- Professor, o senhor vai punir Motociclayton, que chutou seis vezes a cabeça do goleiro adversário quando ele estava no chão?

- Não. Esse é um assunto interno. Só não entendi ainda o porquê do árbitro ter expulsado meu atleta. Era um lance difícil, de interpretação. Não vi o Clayton com intenção de agredir o adversário. Foi apenas uma disputa de bola. Até porque o adversário não morreu, pelas informações que recebi agora, do hospital. Foi um lance de jogo, normal. Quem disse que foi violento ou caso de polícia não entende de futebol e nunca chutou uma bola na vida.

- Professor, o senhor se arrepende de ter dado uma tesoura voadora na nuca do árbitro?

- Claro que não. Hoje, no futebol, o árbitro é intocável. Não podemos nem reclamar com ele, muito menos xingá-lo de idiota, cego, ladrão, filho daquilo. Onde vamos parar? Só fui conversar com ele, pedindo para ele mudar de profissão e de país, e ele me expulsa!? Como pode? A minha reação foi a de qualquer profissional sério que trabalha a semana toda com afinco. Não tive intenção de machucá-lo com o meu gesto. Apenas queria que ele me ouvisse. Tanto é que ele realmente falou comigo antes de desmaiar. Veja bem: ele se recuperou meia hora depois.

- Professor, depois da décima derrota seguida, com um saldo negativo de 43 gols, o senhor acha que apenas a arbitragem está contra a sua equipe?

- Claro. Estamos fazendo um excelente trabalho. Tivemos pouco tempo para treinar. Em dez meses não se forma uma equipe. Ainda mais com a arbitragem jogando contra, a federação não dando bola para os nossos protestos, e a imprensa contra o meu trabalho e o nosso time. Mas, tudo bem. Ao menos eu assumo nossos erros.